sobre a consciência negra

Atualizado: 20 de Nov de 2020


no dia 20 de novembro deveria ser Feriado Nacional - desses que a banda vai pra rua e fazemos reverências - deveríamos pedir perdão por séculos de ignorância, deveríamos beijar-lhes os pés e agradecer por sua contribuição ao mundo.


A gente agradece aqui da H-AL também por sua contribuição ao nosso trabalho. Sem vocês, não seria possível!


...e seria uma covardia se as flores tivessem a tua cor


foto: Alexandre Linhares


Um dia o Alexandre conheceu o Lano, e comenteu com a Bruna que "quando tivesse uma marca, queria esse cara pro catálogo". Em 2007, quando a H-AL nasceu, teve a honra de fotografá-lo pra nossa primeira coleção "heroína". 


foto: Alexandre Linhares


Para "old school", a amiga Adriana complementou a coleção com seu charme e beleza.

Se conheceram em 2000, trabalharam juntos, sonharam juntos e foi com a Adri que ele aprendeu sobre a causa. Nossa Consciência Negra devemos a ela.


foto: Paola Zadra


A Sulita viu uma grande amiga trajando um vestido H-AL e encomendou outro pra ela. Mais tarde, quando as "heroínas aladas" precisavam de asas para voar, a guerreira deu então forma ao nosso maior desejo em "heroínas aladas 2º ato". Pra Sulita, o Alexandre escreveu: 


O que tens que incomoda tanto? Que faz ter-te medo a ponto de tentarem te excluir? Um dia te fizeram sofrer, mas tu mesma te fizestes exaltar - foi só o tempo passar. És linda como és e o tempo é teu aliado - não é teu inimigo... jamais o passar dos dias acabará contigo... como já não acabou... a tua pele suporta, te ostenta! És uma deusa sem igual, uma heroína que carrega nas costas a vitória. És linda. Rainha esculpida em bronze, mármore cintilante "enebrecido", és enigmática como a noite, espetacular como as estrelas, o cetro é teu. Reinas soberana e única, és elegante como o preto, jamais passas despercebida. Tuas raízes propagam as raízes do mundo, viemos todos de ti, Mãe do Mundo. Tu és a Mãe de todas as estrelas, a Deusa da Noite - e seria uma covardia se as flores tivessem a tua cor. Navios carregaram teu nome, da tua boca saímos todos nós e da tua pele, o que existe de mais fino nesta terra de meros mortais. 


foto: Gio Soifer


A Marina ele conhece desde pequenininha, desde que ela ia "aprender a ler para ensinar os camarada". Era inevitável que ela seria a nossa cara. Sua primeira participação foi em "querido Franz,"


foto: Robson Chaves


depois ela foi madrinha em "o amor embalado" dando vida ao vestido "ponte".


foto: Josiana Rezzardi


Na "a coleção que discute a camisa-de-força" a Thifany ficou 3 meses bordando um tule de algodão com paetê transparente, e este vestido precisava de alguém à altura para suspirar vivo na passarela, sussurrar, e a Malana teve essa tarefa.


foto: Karla Gironda


Quando chegou o momento da grande entrada, precisávamos ter no "elenco" a Marina. Ela é parte da história, ela é parte da nossa vida.


E nos corredores do PBC conhecemos a Elza que nos apresentou a sua filha Gabi "que faltavam míseros centímetros para a passarela". Pode faltar pra "eles", pois pra nós a Gabi esbanja tudo. Ela foi uma das passarinhas de "compacto duplo".


foto: Emi PhotoArt


e a Marina também.


O Jahir Eleutério no clipe de seu "O Homem ao Zero" com um pano H-AL


foto: Lina Faria


em 2015, enquanto preparávamos o desfile de "muitas cáries...", a Kátia "Katita" Drummond cantou pra nós, trajando H-AL, no Wonka Bar, no evento que arrecadamos verba para o desfile.


foto: Maringas Maciel


e a estrela também se apresentou no MON, trajando H-AL, no especial "Elis, essa Mulher", idealizado pela Ieda Godoy.


foto: Maringas Maciel


no mesmo espetáculo, a grande Iria Braga também vestiu H-AL.


foto: Lina Faria


Ainda na Catarse, tivemos a felicidade de vestir a Raíssa Fayet.


O desfile aconteceu, e a Raíssa estava lá...


foto: Daniel Sorrentino

...numa performance junto com o Ricardo Martins, "nosso sereio".



...no mesmo desfile, tivemos ainda a Gabi...


...o Célio Jamaica, na introdução da história...



...e a Marina...



A Michelle Mara na Revista One, num editorial feito pelo Victor Sálvaro, veste H-AL.



O figurino do espetáculo "Elza canta e chora Lupcínio" é H-AL


foto: Alexandre Eça


...e o figurino da turnê "A Mulher do Fim do Mundo" também é H-AL.


foto: Mariana Alves


"oito visões" apresentado no Museu Oscar Niemeyer (integrando a Bienal de Curitiba) contou com a beleza e o talento do Danilo, do Mário, do Léo, dentre outros.


em dezembro do mesmo ano aconteceu o lançamento do primeiro disco da Mulamba, com figurino H-AL.



A artista plástica Claudia Lara no desfile de "relações sistêmicas" em 2019



e a Janine Mathias também exaltou nosso trabalho neste vestido de tule bordado



no fim de 2019, Elza Soares estreia no Rock in Rio seu mais recente trabalho, Planeta Fome, também com figurino H-AL, nesta foto de Marcos Hermes


agora em 2020, o Lano estrela mais uma vez nossa coleção. Junto da Laís, dão vida a "quando nela bateram dois corações", em foto de Isabella Glock

e em matéria da Revista Top View deste ano, representando a H-AL em matéria sobre a moda autoral em Curitiba (Foto Nuno Papp)


Agradecidos demais por tanto amor que todos e todas e todes sempre tiveram e têm com a gente - e o respeito com que vestem a nossa roupa. Nosso respeito e admiração por vocês é imenso!



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